Neste Dia Internacional do Gato, a Royal Canin partilha sete dicas para ter um gato feliz e saudável

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O gato é um animal muito peculiar: é independente e muito senhor do seu nariz, valente e orgulhoso, subtil em tudo o que faz, não demonstra de forma óbvia as suas dores e queixumes.

Mas esta atitude estóica por vezes pode mascarar alterações na sua saúde e tornar difícil a perceção por parte dos seus tutores de quando estão doentes. Os tutores, os “pet parents”, que mais do que tudo querem criar um gato feliz e saudável e que este goze o melhor possível as suas famosas “sete vidas” podem ter dificuldade em perceber quando o seu gato está doente.

No Dia Internacional do Gato a Royal Canin partilha uma lista de sete dicas que o poderão ajudar a lidar ainda melhor com os seus amigos felinos e aprender as melhores formas de promover o seu bem-estar e saúde.

1)      O gato recém-nascido precisa de uma alimentação que promova o seu desenvolvimento. O peso médio de um gatinho à nascença é de cerca de 100gr. A ingestão do colostro (o primeiro leite produzido pela mãe), é crucial durante as primeiras 18 a 24 horas de vida do gatinho, sendo fonte de energia e de anticorpos. Na falta do leite da mãe, deve ser fornecido leite especialmente formulado para gatinhos, que contenha um teor ideal de gordura, lactose e proteínas, de forma a promover uma ótima tolerância digestiva, antioxidantes que promovem o fortalecimento do seu sistema imunitário  e que seja enriquecido com DHA, um ácido gordo essencial ao desenvolvimento cerebral e da retina. Aquando do desmame, a partir da terceira ou quarta semana, o gatinho pode começar a comer alimentos sólidos, mas que devem ser específicos para a sua idade e fase de crescimento (1ª fase: até aos 4 meses; 2ª 4-12 meses)

2)      Pouco amigo da água, o gato precisa de uma alimentação que promova a sua hidratação. Dar ao gato uma alimentação mista (mixfeeding), composta pelo intercalar diário de alimento seco e alimento húmido, aumenta o fornecimento de água através do alimento húmido, o que favorece a saúde urinária, , ao mesmo tempo que promove uma maior saciedade, favorece a higiene oral (graças à fricção do alimento seco nos dentes) e oferece uma maior variedade de texturas ao animal, mantendo sempre a precisão da composição nutricional.

3)      Curioso e destemido, com um apurado instinto caçador, o gato pode colocar-se em risco sem querer, por isso a sua casa deve estar preparada. O gato é um animal com uma grande paixão pelas alturas e por caçar insetos e aves. Por vezes, ao ver algo a voar do lado de fora da janela, o espírito caçador pode levar o gato a saltar atrás da sua presa, levando a quedas acidentais. Apesar de o gato ter um mecanismo de “aterragem” mais apurado que os cães e de ser conhecido pelas suas sete vidas, com demasiada frequência a queda resulta em lesões graves ou até na morte. Manter redes ou grades nas janelas ou deixar as janelas apenas entreabertas de forma a que o gato não passe, ajuda a prevenir estes acidentes.

4)      Quando está gordinho, o gato pode parecer mais fofo, mas o que não se vê é o efeito nefasto que o excesso de peso tem na sua saúde. O excesso de peso é um grande inimigo da saúde também para o gato, pois esconde uma série de problemas que lhe retiram qualidade de vida e encurtam a sua longevidade. O gato que não sai à rua, está muito mais protegido de uma série de perigos, mas acaba por se mexer muito pouco, por isso é essencial controlar as quantidades de alimento e promover a atividade física. Se o gato já mostra sinais de excesso de peso – não consegue sentir-lhe as costelas e nota que tem depósitos de gordura, mexe-se pouco e cansa-se facilmente – deve procurar o seu médico veterinário, de forma a conseguir estabelecer um programa de perda de peso, que seja seguro, gradual e saudável. Nos gatos, as perdas de peso rápidas e descontroladas podem trazer desequilíbrios graves, com consequências clínicas bastante difíceis de tratar.

5)      É dorminhoco, mas o gato também precisa de brincar. Para prevenir o excesso de peso e promover a vitalidade do seu gato, deve estimular o seu espírito brincalhão e caçador com brinquedos com esse propósito. As opções vão desde cana com ratinho na ponta, bolas, caixas com ratinhos escondidos ou cartão para afiar as unhas, esconder o alimento em comedouros-labirinto ou mandar-lhe os grãos de alimento para que corra atrás deles e sinta que os está a “caçar”, etc.

6)      Mestre do disfarce, o gato precisa de ir regularmente ao médico veterinário. Como é independente e dorminhoco, pode ser difícil perceber que o gato está doente. Especialmente se tiver problemas de manifestação subtil, como os renais ou osteoartrose, por exemplo, que se vão instalando de forma silenciosa e muito gradual. Por isso, é essencial que leve o seu gato ao veterinário pelo menos uma vez por ano – com mais frequência na idade geriátrica, a partir dos sete anos, pois na consulta será possível fazer uma série de exames que permitem chegar a um diagnóstico precoce e por vezes iniciar o tratamento ou certas medidas preventivas, até antes dos sintomas surgirem.

7)      O alimento certo pode ser o primeiro passo para a saúde do seu gato. O alimento que dá ao seu gato deve ser escolhido de acordo com a idade, a raça, o seu estilo de vida e tendo em consideração se é ou não castrado e se tem alguma sensibilidade ou problema de saúde. Alimentá-lo de forma correta vai permitir que ele tenha uma melhor qualidade de vida, atrasar o aparecimento e a progressão de muitas doenças e aumentar a sua longevidade. Alimentá-lo com um alimento de que ele goste, que o deixe satisfeito, saciado e que promova a sua saúde, é o primeiro passo para o ter feliz e consigo durante muitos e bons anos.

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