GNR avisa que animais não transmitem coronavírus e apela ao não abandono

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) usou as redes sociais para deixar um aviso: «Não os abandone! Eles não transmitem o vírus».

«Os animais domésticos podem transmitir o COVID-19? Não! De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19», lê-se na nota publicada no facebook oficial da GNR.

A Associação Mundial de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais no documento informativo publicado na semana passada explica que «não existem evidências de que cães e gatos possam ser uma fonte de transmissão para outros animais ou humanos», mas acrescentam que se trata de uma «situação em rápida evolução» e as informações «serão atualizadas à medida que estiverem disponíveis».

«Os coronavírus pertencem à família Coronaviridae. Os alfa e beta coronavírus geralmente infetam mamíferos, enquanto os gama e delta coronavírus geralmente infetam pássaros e peixes. O coronavírus canino, que pode causar diarreia leve, e o coronavírus felino, que pode causar peritonite infecciosa felina (PIF), são ambos alfa-coronavírus. Estes coronavírus não estão associados ao atual surto de coronavírus», avisam.

O coronavírus e os nossos cães e gatos

A Ordem dos Médicos Veterinários publicou uma lista de normas para minimizar os fatores de riscos dos profissionais da área.

Segundo a Ordem, os médicos veterinários e outros profissionais, como auxiliares, devem lavar cuidadosamente as mãos antes e depois de tratar os animais; após cada consulta limpar e desinfetar, de imediato, todas as superfícies de contacto; evitar os cumprimentos com beijos ou apertos de mão antes e depois da consulta; durante o tratamento do animal evitar a presença do detentor, exceto se for estritamente necessário; o caso do animal se encontrar internado, cabe ao diretor clínico decidir a hora da visita, de forma a evitar a acumulação de pessoas no mesmo local; restringir o número de pessoas que acompanham os animais, permitindo apenas a presença de uma na sala de espera; disponibilizar solução antisséptica de base alcoólica na sala de espera e consultórios para desinfeção das mãos dos detentores à entrada e saída destas instalações e ainda nas instalações sanitárias do CAMV disponibilizar toalhetes para a secagem das mãos e colocar informação sobre a correta lavagem e higienização das mesmas.

Acrescentam ainda que os detentores que apresentem sintomas «não devem acompanhar o animal, devendo-se disponibilizar um número de telefone para o mesmo contactar com o médico veterinário».

Miau Magazine
Author: Miau Magazine

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