O Incêndio de Santo Tirso: Da Inércia das Autoridades à Morte Anunciada

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Em Santo Tirso, mais precisamente na freguesia da Agrela, deflagrou um
incêndio florestal no dia 17 de julho passado, o qual só conseguiu ser
extinto pelo Bombeiros no domingo dia 19 de julho.

Na zona do incêndio, predominantemente florestal e com caminhos de acesso difícil, encontravam-se dois canis ilegais que eram do conhecimento de todas as autoridades. A situação de ilegalidade do canil da Agrela era conhecida há pelo menos duas décadas.

Ao certo não se sabe quantos animais estavam neste canil e as informações que vieram a público não coincidem em termos de contabilização, nem dos animais que sobreviveram, ao que parece muitos deles agora em paradeiro incerto, nem dos que faleceram.

Sabemos também que se trataria de uma “morte anunciada”, não só pela
probabilidade de um incêndio, a ocorrer, vir a vitimar os animais, mas porque o abrigo não conseguia garantir as condições de bem-estar animal adequadas. E sabemos ainda que não foi por falta de legislação que falhou a protecção devida a estes animais.

Um artigo de Cláudia Tique e Sónia Henriques Cristóvão, Membros do Gabinete de Estudos Jurídicos do ONDAID-Observatório Nacional para a Defesa dos Animais e Interesses Difusos para ler na Miau Magazine #14

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Author: Miau Magazine

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